PROJETO CHERNOBYL

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Projeto Chernobyl – imagens radiográficas
Em processo
O projeto tem o objetivo de documentar, por meio de imagens radiográficas, a radiação produzida na zona de exclusão da cidade deserta de Pripyat, na Ucrânia, local do acidente radioativo na usina nuclear de Chernobyl. As imagens serão produzidas por uma câmera pin-hole de chumbo, especialmente desenhada para o projeto. Durante seis meses prévios à viagem, marcada para maio de 2007, a artista realizou pesquisas preliminares no Instituto de Radioproteção e Dosimetria, no Rio de Janeiro. O projeto ganhou o Prêmio Sergio Motta de Arte e Tecnologia.


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14 HORAS, 54 MINUTOS, 59,9 ...SEGUNDOS

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14 horas, 54 minutos, 59,9...segundos
Vídeo, 40”, 2006
Neste trabalho da série Dízima periódica, em que o conceito matemático é aplicado à imagem, a artista trabalha com a última foto do último rolo de filme do fotógrafo Robert Capa, que morreu em 1954, durante a cobertura da Guerra da Indochina. Essa última imagem, que contempla soldados atravessando um campo minado e um horizonte nunca alcançado por seu autor, é transformada na obra em um “último segundo estendido”.


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99,9 ...METROS RASOS

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99,9...metros rasos
Vídeo, 1’, 2006
Um corredor olímpico tenta cruzar a distância entre dois pontos e atingir a meta de 100 metros rasos. Mas, segundo a lei matemática da dízima periódica, ele nunca vai chegar lá. Esse vídeo do projeto Dízima periódica, produzido a partir de uma imagem de arquivo, explora a impossibilidade da travessia da distância virtualmente infinita entre dois pontos.


> vídeo (4,7MB)
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LITTLE WHITE HOUSE

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Little White House
Vídeo, 36’, 2005
Ao realizar o percurso de uma prisão de extermínio nazista até uma cidade polonesa, no sentido inverso ao caminho sem volta realizado pelas vítimas do Holocausto, o vídeo propõe uma revisão da forma de representação da história.


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88 DE 14.000

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88 de 14.000
Vídeo, 56’, 2004
O vídeo apresenta 88 retratos de identificação, selecionados pela artista no arquivo fotográfico da antiga prisão S-21, em Phnom Penh, capital do Camboja, onde 14 mil pessoas foram executadas pelo regime do Khmer Vermelho. No trabalho, as imagens dos 88 prisioneiros mortos foram projetadas em uma cortina de areia, de acordo com o tempo vivido por cada um, dentro da prisão. Um dia de vida na S-21 equivale a um quilo de areia, o que significam quatro segundos de visibilidade no vídeo.


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ÍNTERIM/AUTO-RETRATO

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Ínterim/auto-retrato
Instalação, 20’, 2003
Vinte minutos é o intervalo de tempo que separa os nascimentos de Alice Miceli e de sua irmã gêmea. No vídeo, esse é o tempo que a imagem de Alice leva para transformar-se na imagem da irmã, percorrendo todas as possibilidades identitárias entre um rosto e outro.


> vídeo (5,9MB)
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