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Os planos-seqüência envolventes e claustrofóbicos, o uso do off que confere novas significações à cena, a evocação de episódios “ocorridos na realidade e sublimados pela memória, pela arte ou pela própria representação”. Para o cineasta, crítico e professor Alberto Farina, Lo Sublime/Banal contém todas as obsessões temáticas e estéticas que movem a obra de Graciela Taquini. No Ensaio que compõe este Dossier, ele analisa a obra à luz da produção anterior da artista e da frase-epígrafe do escritor argentino Julio Cortázar, o terceiro personagem da obra: “Ser argentino é estar longe”.
Uruguaio naturalizado argentino, Alberto Farina é autor de documentários de curta e média metragem, produtor e apresentador de TV, crítico de cinema e TV, ensaísta e professor. Publicou estudos sobre Martin Scorsese, Federico Fellini e a literatura argentina na produção cinematográfica local, entre outros temas. Diretor da Cinemateca Nacional argentina entre 1998 e 2001, é professor titular de discurso audiovisual na Universidade de Palermo, em Buenos Aires, onde vive e trabalha.
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