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As poéticas digitais deste início de século são o objeto de pesquisa de Christine Mello, ensaísta e curadora no campo da arte e das mediações tecnológicas e integrante da Comissão de Seleção e Programação do 15º Festival Internacional de Arte Eletrônica Videobrasil. Nesta edição do FF>>Dossier, ela escreve sobre a obra de Luiz Duva, que considera exemplar na busca de expansão da linguagem do vídeo e um marco no panorama da arte que envolve corpo e tecnologia. Organizadas por ela, as coletivas Vorazes, Grotescos e Malvados (Paço das Artes, 2005) e Imagem não Imagem (Galeria Vermelho, 2003) incluíam ambas obras do artista.
Curadora de net art da representação brasileira na 25ª Bienal de São Paulo (2002), Christine doutorou-se em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) com a tese Extremidades do Vídeo, que partia de uma imersão nos 35 anos de produção de videoarte no Brasil para buscar o estatuto da arte do vídeo na contemporaneidade. Coordenadora da Pós-Graduação em Criação de Imagens e Sons em Meios Eletrônicos no Senac - Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial, dá aulas na Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP) e na PUC de São Paulo.
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