CICLO DE DEBATES

“Banco de dados como possibilidade de construção acumulativa de obras e idéias”: o uso de acervos de imagens e informação por artistas que trabalham com a re-significação de conteúdos. Com Akram Zaatari (Líbano), Anjalika Sagar (Índia), Giselle Beiguelman (Brasil) e Pablo Romano (Argentina). Mediação: Eduardo de Jesus.
8/9, quinta-feira, às 14h, no Auditório

“Situações de ‘risco’ no campo protegido da arte”: que tipo de proposição pode instaurar situações de perigo em museus e galerias? Com Coco Fusco (EUA), Mário Ramiro, Lucas Bambozzi e Arlindo Machado (Brasil) e Melati Suryodarmo (Indonésia). Mediação: Eduardo de Jesus.
10/9, sábado, às 14h, no Auditório

“Reapresentação de performances: de que forma a história se repete?” Como reavivar um trabalho que se caracteriza por sua efemeridade? Com Ana Bernstein, Laura Lima e Ivo Mesquita (Brasil) e Ingrid Mwangi (Quênia/Alemanha). Mediação: André Brasil.
15/9, quinta-feira, às 14h, no Auditório

“Arte e política: a relação entre artistas e práticas sociais”: a arte abre mão da estética para a política estetizar-se? Com Marcello Mercado (Argentina), Shahidul Alam (Bangladesh), Daniel Lima e Ricardo Rosas (Brasil). Mediação: André Brasil.
17/9, sábado, às 14h, no Auditório

“Centros de mídia como espaço para realização, mostras e preservação de trabalhos e propostas artísticas”: no que deve consistir o programa de atividades de um centro no continente? Com Jorge La Ferla e Marina de Caro (Argentina), Karla Jasso (México), Ligia Nobre (Brasil). Mediação: Christine Mello.
22/9, quinta-feira, às 14h, no Auditório

“Qual é o lugar da experiência performática no circuito da arte?” O primeiro festival de performance ocorreu no país em 1984; a primeira aquisição de uma performance por um museu, em 2001. Hoje, galerias abrigam ciclos de performance. O que mudou? Com Priamo Lozada (México), Eduardo Brandão, Eder Santos, Lucio Agra e Marcos Hill (Brasil). Mediação: Christine Mello.
24/9, sábado, às 14h, no Auditório